
Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença auto-imune de causa desconhecida, que atinge o sistema imunológico podendo acometer vários órgãos, tecidos e células do corpo; não é uma doença contagiosa.
Suas manifestações clínicas variam muito de um paciente para outro, podendo apresentar desde formas leves a formas graves. Atinge predominantemente mulheres na idade reprodutiva na proporção (09 mulheres para 01 homem).
· Causas
Não existe uma causa ainda conhecida como causadora do Lúpus; sabe-se que o sistema imunológico sofre alterações desencadeando a doença.
Entre as causas conhecidas pode-se citar:
. Predisposição genética: cerca 10-12% dos pacientes com Lúpus tem parentes próximos com a doença;
. Hormonais: predomina nas mulheres em idade reprodutiva, uma provável associação com o estrógeno;
. Stress
. Luz ultravioleta: “radiação solar”
. Vírus
· Sintomas
As manifestações clínicas do Lúpus são muito variáveis, podendo apresentar casos leves facilmente controláveis a casos graves acometendo vários órgãos do corpo humano.
. Hormonais: predomina nas mulheres em idade reprodutiva, uma provável associação com o estrógeno;
. Stress
. Luz ultravioleta: “radiação solar”
. Vírus
· Sintomas
As manifestações clínicas do Lúpus são muito variáveis, podendo apresentar casos leves facilmente controláveis a casos graves acometendo vários órgãos do corpo humano.
As manifestações clínicas gerais mais freqüentes são: dor e inchaço nas “juntas” do corpo, mal-estar, queda de cabelo, fraqueza, febre, cansaço, emagrecimento, anemia e falta de apetite; sendo os sintomas geralmente de início lento, podendo persistir por semanas ou meses.
As principais alterações são na pele e articulações, sendo a lesão mais conhecida, em “asa de borboleta” atingindo o rosto, que se agravam após exposição solar. A artrite do Lúpus, diferentemente da artrite reumatóide, costuma ser leve e pouco dolorosa.
O Lúpus Eritematoso Sistêmico nas formas graves pode atingir vários órgãos, sendo os mais acometidos: os rins; o sangue; o sistema nervoso central e vasos.
· Diagnóstico
O diagnóstico é feito pelo reumatologista através de alterações clínicas no exame médico, alterações laboratoriais e nos exames imunológicos (FAN – Fator Antinuclear; Anti-DNA; Anti-Sm, entre outros), que através de critérios de classificação (Colégio Americano de Reumatologia – 1997) pode-se confirmar o diagnóstico de Lúpus.
· Tratamento
O tratamento do Lúpus é multifatorial sendo individualizado para cada paciente e os órgãos acometidos. Os medicamentos mais usados no tratamentoo do Lúpus têm por objetivo controlar a inflamação e o sistema imunológico.
O diagnóstico é feito pelo reumatologista através de alterações clínicas no exame médico, alterações laboratoriais e nos exames imunológicos (FAN – Fator Antinuclear; Anti-DNA; Anti-Sm, entre outros), que através de critérios de classificação (Colégio Americano de Reumatologia – 1997) pode-se confirmar o diagnóstico de Lúpus.
· Tratamento
O tratamento do Lúpus é multifatorial sendo individualizado para cada paciente e os órgãos acometidos. Os medicamentos mais usados no tratamentoo do Lúpus têm por objetivo controlar a inflamação e o sistema imunológico.
Os medicamentos mais utilizados são: os corticosteróides, fundamentais no tratamento, sendo sempre prescritos sob orientação médica devido seus efeitos colaterais e complicações pelo seu uso prolongado.
Além dos corticosteróides também são usados os antimaláricos (hidroxicloroquina e difosfato de cloroquina) e os imunossupressores, como azatioprina, micofenolato, ciclofosfamida e ciclosporina, sendo indicados de acordo com a região do corpo acometida.
Além dos medicamentos, o paciente com Lúpus deve seguir uma série de recomendações: evitar exposição solar, fazendo sempre uso de filtros solares; dieta balanceada, evitando excesso sal e gorduras; evitar álcool e fumo e praticar atividades físicas regularmente, para uma melhor qualidade de vida.
· Prognóstico
Atualmente, o prognóstico do Lúpus é bom, devido às novas alternativas terapêuticas que mudaram a história natural da doença, sendo importante o acompanhamento regular com o reumatologista para o controle desta doença.
· Prognóstico
Atualmente, o prognóstico do Lúpus é bom, devido às novas alternativas terapêuticas que mudaram a história natural da doença, sendo importante o acompanhamento regular com o reumatologista para o controle desta doença.
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